Minha terceira e ultima colaboraçãoa os amigos
Era apenas um homenzinho sozinho no nada, perdido num findo de mundo faminto por expectativas que não as dele e não as do mesmo naipe que o famigerado coitado faminto que ele sempre creu que foste ser num remoto, assim, passado típico que não fora o dele. Não mais! Agora ele sabia que só podia ser um imbróglio do destino remoto que confundira tudo e todos num aturdido badalo daquela espécie efêmera que pela nobre dele vida fugira sem rastos decadentes ou traço vago dum tempo mal acabado por ele desfrutado. E deste experimento utópico qual ele não mais quis ter, válido foi, mas extirpou-se em extinção, cismou em dar-se malogros, gorar-se de tenra culpa eterna dos vícios insanáveis quais curara suas poucas feridas abertas. Tempo decadente! Sina delinqüente! Vida indecente, dormente, torpe, fulcrada em desventuras inválidas das suas sinas delinquentes em tempos decadentes! Como puderá terminar este corno mal intencionado nas vísceras de um homem tão bom? E tão decente! Pudera, talvez fo...